quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

O SEGREDO QUE VIRÁ À LUZ DO DIA


Já conclui esta tarde, o meu pensativo passeio dominical pelas ruas desta terra calada que não sabe de nada, com passagem pela Casa do Alto, tão alta que culturalmente, poucos lá chegam!?    🤔    ✍️
E embora não seja historiador nem relator da história, consegui o que me foi possível conseguir, para agora vos deixar esta informação e mensagem, porque a obra está para nascer, numa terra onde pouco ou nada se consegue saber, quase tudo tem que se inventar!?     🤔
Aos meus amigos pedoucenses e maiatos aqui deixo um apelo: Se mais souberem das raízes da nossa história, das obras e feitos dos nossos antepassados, (relacionados com o tema desta reportagem) não deixem de divulgar. 

Haverá sempre alguém como eu para a vossa colaboração divulgar e perpetuar para as novas gerações. 
Obrigado...  ✍️📖🤔
José Faria

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

ENTRE A MAIA E O MAR


OLÁ! Bom dia Gondomar!
Do outro lado da Maia,
Tens o Douro a caminhar
E a ensinar novos caminhos,
Que no Porto abraça o mar,
Para na areia se deitar,
Nas praias de Matosinhos.



sábado, 3 de fevereiro de 2018

O SEGREDO - O MISTÉRIO OU A DESGRAÇA DO LAVRADOR

O Segredo, O Mistério, A Morte do Filho Bastardo, ou 

A Desgraça do Comendador, ou...

Ainda não sei qual destes ou outro titulo darei à obra (Romance), que se desenvolve no passado nas terras do lugar de Pedrouços e de Águas Santas, do concelho da Maia.

O romance serve-se de mistérios da história mal contada ou muito incompleta, sobre figuras do passado, de há mais de cem anos.
E todos os dias me surgem novos dados que vou acrescentando ou alterando aos registos que vou fazendo.

Hoje foi mais uma luz que se acendeu e vai ao encontro do miolo da história e do rastilho que despoletou todo um conflito de amor, trabalho e desgraça, sobre o qual continuo a escrever. 
Essa luz, fruto da minha imaginação e das minhas constantes questionações mentais, acendeu pela primeira vez, quando debruçado sobre o meu pequeno almoço, na mesa da sala, olhava atentamente a escultura em pedra, em forma de 2 cruzes sobrepostas, no cimo da pedreira, cuja "praça" foi transformada em auditório ou anfiteatro ao ar livre, na envolvência da Casa do Alto.


As características e definições dessa escultura, sem título, ganhou hoje, para mim, o título correto que tão bem a caracteriza no seio da minha história, deste romance que ainda não encontrou o fim, apesar da recolha de informação e consulta, no registo predial, nas bibliotecas autarquicas e abordagens a vários anciãos da minha terra, de modo a que toda a ficção tenha muito de verdade, sem se saber onde uma começa e a outra acaba.

Todos os dias o meu olhar pousa na paisagem onde se enquadra no ponto mais alto da colina, essa mansão, onde em criança, com o meu irmão Domingos Faria, convivia-mos com os lavradores, brincando ou trabalhando. 
Quase diariamente por lá caminho, observo indago, fotografo e escrevo mentalmente.


Segredo, ou O Mistério, ou A Morte do Filho Bastardo, ou A Desgraça do Comendador, ou...seja lá o título que lhe venha a atribuir, é um romance com muito de história vivida no passado, que envolve alguns destes casarões ou mansões das terras de Gonçalo Mendes da Maia.
José Faria

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

DECLAMAR DO SOFÁ DO MONTE


LOUVOR À NATUREZA                 

Vou para o monte,
Porque é no monte
Que sei quem sou.

É no monte à tardinha;
Que encontro a alma do Mundo...
E a minha.

E aí, no monte,
No silêncio do meu olhar,
Deixo o pensamento caminhar.
Sem machucar as flores do monte, Nem conspurcar as águas da fonte.

E aí, no monte,
Deixo-me vaguear no silêncio,
Até às portas da verdade
E da alegria,
Rodeado de vida Envolta em pureza.

E antes de voltar à fantasia, Abraço a terra, Toda a sua grandeza!

E beijo o monte, Num louvor à natureza. 


domingo, 21 de janeiro de 2018

ESTREIA POÉTICA NA GALERIA VIEIRA PORTUENSE




No dia 20 de Janeiro de 2018, pelas 16 horas, fiz a minha estreia poética na Galeria Vieira Portuense, na cidade do Porto e como apresentação e primeira poesia, declamei o soneto da minha autoria, (como é normalmente toda a poesia que publico e declamo), com o título: 









A MINHA CIDADE
O Porto é a cidade,
Onde nasci e me criei;
E dela tudo o que sei,
Aprendi-o nio andar.

E se aqui desejo estar,
Onde primeiros passos dei;
Razão há por que fiquei;
Contributo à terra dar.

Ser portuense me contento,
Na obra do bem estar 
E em me dar é meu intento.

Tenho sempre para dar,
Ao bem estar, contentamento;
Sou raiz presa no tempo.
José Faria

QUADRAS FOTOGRÁFICAS